quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A tentação está lá...

...mas se, ainda por cima, lhe põem um letreiro...

Arte moderna

na rua

Diálogos (2)

Depois de um electrocardioqualquercoisa:
- Então, nada de anormal?
- Nada de preocupante...

Diálogos

Na rua:
- Bem disposto?
- Tem de ser...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A camarilha, a cambada, o polvo, o choco...

Os actuais escândalos politico-financeiros que estão a ter lugar no país, com a participação de dois dos nomes com mais peso do/no Bloco Central, Dias Loureiro e Jorge Coelho, mais não são do que uma amostra da ligação estreita entre o "mundo dos negócios" (em bom portugês, o mundo do capital) e os politicos dos dois maiores partidos, dos dois partidos que têm dividido entre si o poder politico há mais de 30 anos. Afinal, o poder - como aliás, a justiça, a saúde, o ensino...- é de classe, ou seja, serve determinados interesses (de classe) em detrimento de outros interesses. O poder politico serve determinados interesses e estes servem-se do poder politico, recompensando, em troca, os actores deste que mais se distingam (caso flagrante dos 2 acima referidos, os quais, se não fosse a politica e o ascendente e contactos que com ela adquiriram, seriam 2 borra-botas).

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Obama, uma luz ao fundo do túnel?

Sem querer embarcar em ilusões, acho que a eleição de Barak Obama foi importante por uma série de razões:
- é o 1º presidente afro-americano dos States
- ainda por cima, como senador, tinha votado contra a guerra "do" Iraque
- venceu numas eleições que tiveram uma grande participação, coisa que não é habitual nos States
- e com enorme apoio dos jovens, das mulheres, dos negros e dos latinos.
Não chegará com certeza para o estado em que está o mundo (e de que os States são em grande parte responsáveis). E, afinal, os grandes interesses continuam lá, imutáveis, poderosos e insaciáveis...
Vamos ver...

Milu, uma mulher linda

Na semana passada, faleceu Milu, actriz e cantora portuguesa dos anos 40 e 50, considerada nessa altura uma espécie de namorada do país, tanta era a luz e a graça que emanavam a sua figura e a sua voz no cimema, no teatro, na revista , na rádio.
Efectivamente Milu era luminosa, uma actriz que Hollywood não desdenharia, uma autêntica diva, não ficando nada atrás das divas americanas, francesas, italianas...
E como, nos filmes por que ficou mais conhecida, "O grande Elias" e "O Costa do castelo", fazia, e muito bem, o papel de menina séria e prendada e, inclusivé, com um toque de sofisticação, não sei até que ponto terá influenciado os gostos da rapaziada - inclusivé o meu, que é aqui o que me importa.
A foto que aqui vai, foi a única que consegui sacar do Google (o que acho espantoso!)- e não lhe faz justiça.