sexta-feira, 24 de julho de 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

As minhas pechas como fotografo (amador)


Como é que foi possível perante um motivo tão bom - mulher com flor presa nos lábios - e, neste caso, dado de bandeja, e um modelo com tanta graça natural, eu não fui capaz de melhor do que isto? É que nem sequer me lembrei que a máquina tem um sistema de 3 disparos seguidos, quase em simultâneo - tantas posições havia de apanhar que forçosamente alguma(s) fotos ficariam boas, melhores do que estas.

sábado, 4 de julho de 2009

Canções pop

"Olá, como vai
Eu vou indo e você tudo bem
Tudo bem eu vou indo
Correndo pegar meu lugar
No futuro e você
Tudo bem eu vou indo
Em busca de um sono tranquilo
Quem Sabe
Quanto tempo, pois é quanto tempo
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios
Qual, não tem de que
Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona
Precisamos nos ver por aí
Pra semana prometo talvez nos vejamos
Quem sabe
Quanto tempo pois é
Quanto tempo
Tanta coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer
Mas me foge à lembraça
Por favor telefone eu preciso saber
Alguma coisa rapidamente
Pra semana, o sinal
Eu procuro a você, vai abrir, vai abrir
Eu prometo não esqueço
For favor não esqueça, não esqueça
Não esqueça
Adeus." (Chico Buarque)
E, afinal, os (ursos) que gozam a vida como deve ser é que estão, a curto prazo, ameaçados de extinção.


Eça é que é Eça

"Houve um filósofo que deixou aos infelizes esta máxima: «Se a tua dor te aflige, faz dela um poema»." - Eça de Queirós.
Cá vai então (ou cá foi, visto que já lá vão 4 ou 5 anos desde que escrevi este exemplar):
Em muitos dos meus sonhos
as flores são carnívoras,
urtigas pululam pelos campos
e anjos afiam punhais.
Em muitos dos meus sonhos
sinto asas de galinha,
às folhas de Outono que revestem o chão
cobre-as um pó irritante
e os poentes, de tão melancólicos,
são deprimentes.
Em muitos dos meus sonhos
o luar é amarelo, doentio,
e todas as pontes
são de tábuas soltas
que teimam em se despenhar
uma a uma
desamparadamente
no abismo.

Canções pop

"Parou! Olhou!
Depois o mundo se afastou
O meu coração se enamorou
Eu acho que me apaixonei...

Parei! Olhei!
E vi ternura em seu olhar
E num piscar de olhos
Fugiu de mim
E nem o seu nome eu sei...

E agora eu vivo a procurar
Aquele olhar
Botei até anúncio no jornal
Fiz juras, fiz promessas
Para encontrar
Passei milhões de vezes
No local...

Porém! Se Deus!
Me der a graça de encontrar
Aquela bonequinha
Não vai mais fugir
Pois com ela
Eu vou me casar..." (Roberto Carlos)

Canções pop

"Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
P'ra mudar a minha vida
Vem vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva" (Adriana Calcanhoto)
(A semelhança entre a rapariga da foto e a + recente das minhas "paixões assolapadas" não é pura coincidência).