(Não por acaso título de um romance do meu muito prezado Máximo Gorki).
A vida é uma voragem, porque passa muito depressa e porque os momentos bons - alguns tão bons que, na altura em que os vivemos, nos parecem irreais e, mais tarde, terem a consistência de sonhos -, esses momentos que gostaríamos de prolongar e não soubémos ou não pudémos, e que, já passados, gostariamos de reter na memória para os saborearmos devidamente, com calma, como eles merecem, esses momentos são tragados pelo viver quotidiano - e é uma luta danada tentar mantê-los à tona de água.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
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